Na Porsche, o motor central boxer é mais que uma tradição. É uma lenda.

Uma das mais conhecidas aplicações de motor boxer é o modelo 550 Spyder. Em conjunto com uma construção inteligente e de baixo peso, esse formato oferece agilidade e dinâmica nas curvas – e já se comprovou um fator determinante em inúmeras vitórias conquistadas nas pistas ao redor do mundo. Nos anos 60, o 718 RS 60 Spyder contribuiu para o sucesso triunfante dos carros de mtoor central com vitórias em provas de subida de montanha e corridas de longa duração.

Mas o conceito de motor central vai além da Porsche e além dos Boxster. As vantagens explicam tudo. A concentração de massa perto da metade do veículo e o baixo centro de gravidade contribuem para a extraordinária agilidade e dinâmica de curvas. Ao mesmo tempo, o peso é distribuído de maneira uniforme entre os eixos dianteiro e traseiro, deixando a dirigibilidade particularmente balanceada. O resultado permite que o motorista aproveite o máximo do carro em cada curva e mantenha total controle sobre a máquina.

Para a Porsche, existem várias razões para se manter fiel ao conceito de motor central, para manter o intercâmbio de tecnologia das pistas para as ruas e continuar combinando tradição com inovação. Como fazemos isso? Através do programa Intelligent Performance, seguimos nosso compromisso de atingir alto desempenho com números proporcionalmente baixos de consumo de combustível e níveis de emissões.

Tendo estes pontos sempre como objetivos, nós desenvolvemos dois motores boxer compactos e leves, que são caracterizados por sua capacidade de oferecer altos índices de potência e eficiência simultaneamente. Os dois motores são equipados de série com tecnologias eficientes que incluem o VarioCam Plus, o DFI (Direct Fuel Injection), a função Auto Start/Stop, sistema de recuperação elétrica e gerenciamento térmico.

O que poderíamos extrair de um motor central? Ainda mais agilidade nas respostas. Basta pressionar o botão SPORT no console central para que o motor ganhe um desempenho mais dinâmico. Mais próximo dos limites de performance e com muito mais prazer na pilotagem.